Witzki cita algumas campanhas que recentemente desenvolveram ações que acolhem a produção de conteúdos de seus públicos com muito sucesso, como a Doritos que veiculou a peça criada por um de seus consumidores, a Nescal que usou os consumidores como estrelas da campanha e a Mastercard que deixou seus clientes elaborarem a partir de sua campanha. Produzindo peças a partir de suas historias de situações “não tem preço...”
Essa tendência, muito feliz, da publicidade tem despontado como estratégia de comunicação nas mais diversas campanhas para os mais variados segmentos de produtos e serviços pelo mundo. O autor atenta para a necessidade de se criar novas formas de uso dessa estratégia que não a “pesca pela criatividade anônima” de forma que ela possa se estabelecer e desenvolver como premissa da comunicação e não só como “a mais nova moda da ultima estação.”
para mais:
Michael Wesch
ProfessorAssistente de Antropologia Cultural
Kansas State University