Na prática começou com um desenho esquisitinho que o usuário imprimia e colocava na frente de uma câmera e que possibilitava, pelo vídeo, a interação com objetos ou personagens tridimensionais e é assim que a coisa funciona. Trata-se de uma tecnologia que permite a superposição de elementos tridimensionais digitais em vídeos à partir de referências reais (papel com o desenho) e daí da pra usar a intervenção nessas referências até como comandos. Complicou? Pois olha só:
A Publicidade não tardou em se apropriar da tecnologia para criar ações que colocam as marcas dos seus clientes lá na frente das suas concorrentes, ao melhor estilão viral. Esse vídeo do joguinho criado pela Fanta ilustra bem e de quebra dá pra entender melhor como funciona.
A BMW pensou em aplicações bem mais práticas. Nesse vídeo ela mostra um de seus mecânicos seguindo um "tutorial" para trabalhar no motor de um veículo da marca.
A coisa já andou depois dessas campanhas e o legal agora é que já estão surgindo produções que dispensam o desenho referência da forma como tinhamos visto até então. Esse exemplo é de uma performance que envolveu inclusive crianças.
Tudo isso parece só uma brincadeira financiada por grandes marcas com dinheiro pra gastar e muita vontade de chamar atenção, mas abre as portas para lojas com atendimento virtual num nível antes inimaginavel, provas de roupas e calçados para cadeirantes sem o esforço efetivo da ação, academias que podem ter seus mascotes performando demostrações dos exercícios como personal de seus clientes e isso ainda é só o começo.
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